quarta-feira, 27 de agosto de 2014

Alfabetizada aos 16 anos, Marina defende incentivo à leitura durante visita à Bienal do Livro de SP

bienal
Educação de qualidade é foco prioritário para Marina Silva, candidata à Presidência pela Coligação Unidos pelo Brasil, e foi o que motivou sua visita, na tarde desta terça-feira (25), à 23ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo, ao lado de seu vice, Beto Albuquerque. Cercada por crianças e jovens durante todo o tempo em que esteve no pavilhão da feira de livros – e incapaz de negar os incontáveis pedidos para selfies –, Marina levou quase uma hora para percorrer meros cem metros. A todos, repetiu o mesmo conselho: ler e estudar é muito importante.
“Nós queremos dar foco à educação de qualidade para que as pessoas sejam capazes de acessar ocupações que melhorem suas vidas e, principalmente, para formarmos cidadãos de acordo com as necessidades do nosso País”, ressaltou Marina. “A nossa visita à Bienal é para deixar bem claro que a educação tem dois processos. Um de formação escolar, onde defendemos a preparação de tempo integral. Outro que envolve outros agentes e, por isso, queremos valorizar o exercício da leitura, como uma forma de completar a formação, com a valorização de bibliotecas e equipamentos públicos que favoreçam a leitura”, declarou a candidata.
O comprometimento de Marina com a área educacional vem de longa data. Aluna tardia, alfabetizada aos 16 anos, ela cultiva carinho especial pelos livros. “Que sorte poder entrar aqui e folhear um livro que fala justamente sobre a arte da leitura”, festejou Marina, ao visitar um dos estandes e encontrar na prateleira a obra do educador Paulo Freire “A Importância do Ato de Ler”. A candidata acabou presenteada com o exemplar pelo atendente Marcel Cleante.
Melhorar a educação no Brasil, afirma, passa por aumentar as verbas de ensino. Perguntada sobre o tema, Marina respondeu que já está aprovada pelo Congresso a destinação de 10% do PIB para a Educação. “O que nós vamos fazer é assumir o compromisso de antecipar para quatro anos a meta para o ensino integral, que estavam previstas para oito anos”, garantiu.

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